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A Página da Crítica. Só um parênteses Sofro com a indignação política. Estava assistindo ao noticiário e inicia os comerciais com um político e suas promessas sociais. Nos créditos de uma propaganda do governo: Presidente do PTB - Roberto Jefferson. Há 2 dois, esse mesmo homem foi denunciado por propina, caixa 2. Hoje, talvez pelo esquecimento de alguns, ou da maioria, elegerá esse homem ao senado. Eles são usuários da falta de memória brasileira. São profissionais competentes no saber lograr o povo brasileiro. Diogo Mainardi tenta derrubar Lula, será que nós não deveríamos tentar fazer o mesmo com quem nos fazem de marionetes? Temos que nos rebelar desse controle "democrático". Grata a leitura. >>Desculpem a demora pela postagem, problemas "conectivos" aqui. Escrito por :: +ª+ª :: às 14h34 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Coletiva: Laercio Ruffa TANAHORA completa 20 anos de sucesso Laercio Ruffa conta sua trajetória profissional com o grupo Na busca por amadores e futuros profissionais, Laercio Ruffa, diretor do grupo TANAHORA de teatro, realiza o sonho de muitos apreciadores dessa arte. Nesse ramo teatral com o grupo o qual faz parte, comemora 20 anos. Nesses anos em que passou, repassa para nossa equipe que pretende continuar junto com eles, e que não tem planos para mudanças profissionais. A peça da qual mais teve estima foi “Aurora da minha vida” que contou com sua estréia em 1988. “A Orquestra de Stras”, em 1998 também teve sua consideração importante. As críticas teatrais por terem grande influência do público, Ruffa diz que mesmo recebendo críticas negativas, elas indicam um “caminho” ao elenco, e acaba por ter muita preponderância no decorrer das peças. Com que maneira que o auditório vê a peça e transmite isso ao seu público alvo. Bárbara Heliodora, uma das grandes críticas do teatro brasileiro, não muito considerada uma avaliadora de críticas positivas, também faz seu papel nas peças de Laercio. Ele faz da crítica da autora uma abertura a novas experiências. Antes de Laercio Ruffa vir para Curitiba, seu elenco e os demais profissionais, dirigiam em São Paulo. A recepção dos amantes paulistas pela arte teatral é diferente dos curitibanos, afirma Ruffa. Em SP a procura pelo teatro é maior, ofertando mais do que os curitibanos. Aqui ele vê Curitiba como um teatro experimental, caracterizando como ter mais possibilidade e liberdade de trabalhar com isso. “SP é mais comercial”, diz Laercio. Os amadores muitas das vezes saem da linha amadora para a profissional. Muitos de seus “aprendizes” se tornaram grandes atores. Foram trabalhar em rede nacional, teatros especializados, entre outros. Seus atores que têm nomes em seus cantos de aberturas de novelas, e na boca de diretores reconhecidos são: Tadeu Peroni, Maurício Souza Lima, Sérgio Medeiros, Maíra Weber, etc. As expectativas de Laercio Ruffa para um iniciante é fazer com que o jovem atinja a técnica da dramaturgia do teatro. Com trabalhos intensos de horas de treinos vocais e corporais, junto com os demais professores do grupo TANAHORA. Formado em jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes (SP), faz da sua paixão do teatro a sua escolha de carreira. Descoberto este afinco aos 17 anos de idade, segue o caminho da arte há 28 anos. Hoje, completa 20 anos de diretoria teatral com muito sucesso e prêmios em suas estantes. Escrito por :: +ª+ª :: às 08h57 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Cultural Conhecimento... se aprende? Conquista? Adquire? Estou procurando saber mais um pouco de tudo agora... antes, não era muito ligada a cultura musical, teatro, cinemacoteca, essas coisas... nunca liguei muito pra isso. Agora, descobri que sem eu saber um pouco de tudo, não "ando" sabe... então, comecei a investir nisso pra mim. Na minha universidade tem uma parte da biblioteca que empresta filmes, dois já estão na minha estante, assisti um dos clássicos do cinema italiano: A Vida é Bela com o ator Benigni e o outro Boa Noite e Boa Sorte com o George Clooney (bem jornalístico por sinal ;]). Agora é trocar os filmes e ver mais, e se algum "comentarista" dessa próxima postagem quiser me indicar algum filme, assistirei com prazer. Em um trabalho pra facul, estava eu procurando no catálogo de Festival de "Zurubimbal" alguma peça pra ver. Meu grupo escolheu uma peça que tinha às 16h: O Manifesto Ciborgue - dragão voador (teatro contemporâneo); platéia: 12 pessoas; aceitação do público: fomos bem receptivos com as cenas, digamos que eu e as meninas, e mais o resto do público ficou com uma impressão meio distorcida, ou espantada com um ator em especial. A peça utilizou um elemento de recurso visual - a evolução humana e também de certa forma da desumanização diante da capacidade do homem de recriar uma nova imagem externa. Introduz a cena com um médico e outro ator no canto da cena. Este todo engravatado, passa por alguns minutos em silêncio, e começa a se despir (isso mesmo, fica nu). Qual foi a reação da platéia? Nunca vi tanta gente (12 pessoas) mais pasmas na vida. Foi de alguma maneira cômico. Havia censura: 16 anos, ali havia adultos, adolescentes, e até fotógrafo registrando a cena. Em por fim, a imitação do macaco, e o médico tentando representar o que antes não tinha esse "salto tecnológico" na vida do ser humano. Hoje, existe a plástica, botox,... o que antes se sabia disso? E também em vários momentos da peça, tem referências ao filme "2001: Uma Odisséia no Espaço" do diretor Stanley Kubrick, com cenas semelhantes ao filme. A parte que mais nos "imobilizou" foi realizar as entrevistas com o diretor (Joelson Gusson) e os dois personagens da peça: Leonardo Corajo e Lucas Gouvêa. Respiramos fundo, e conseguimos registrar para o nosso futuro trabalho. É isso aí, mais uma experiência jornalística para vocês ;]
Grata a leitura. Escrito por :: +ª+ª :: às 19h06 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Vivência jornalística Oi, voltei. Há muito tempo não passo por aqui. Cá estou. Agora em tempos de faculdade me pergunto: Jornalismo, é isso mesmo? Creio que em 2 meses e pouco de aula posso lhe garantir que sim. Agora o porquê que me despertou essa afinidade tamanha, lhe respondo: - Participei da minha primeira experiência jornalística. Tive a sorte de ser convidada para uma coletiva de imprensa. Muitos podem dizer: - Grande coisa! Pois é, grande coisa mesmo, para mim foi A Coisa. Tive o prazer de ouvir repórteres, ver o que acontece atrás das câmeras, e a maneira com que tudo se reproduz, ao vivo! Que passagem maravilhosa! Escolhi este curso como acredito que muitos decidiram assim: gosto de escrever, ler muito, e blá blá blá... agora sei que não é este só o motivo que mais está me cativando aqui. A notícia mal escrita, mal lida será; notícia mal dita, mal entendida será. Sem a experiência de livros, revistas, motivação para ter o "pique" de correr atrás da notícia, de saber passá-la para o leitor/telespectador o que realmente ele quer ler e ouvir, de nada adiantaria ser jornalista. Me emocionei no primeiro dia que entrei em uma sala de redação, no dia em que fui para o primeiro jornal, para a primeira coletiva de imprensa, e me emociono toda vez que escrevo uma reportagem. Pela emoção que passo antes de reportá-la, é maravilhoso. Está sendo maravilhoso passar momentos tão inesquecíveis por esse ainda curto caminho que tracei, e que ainda irei passar. Sou "foca" ainda. Estou aprendendo a saber ler e a saber escrever e a me comunicar. Até agora, este caminho ainda é curto, todavia será maior, com certeza. Grata a leitura. Escrito por :: +ª+ª :: às 14h33 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Tema: Um Brasil sem memórias Os caminhos da ordem e do progresso: Juscelino Kubitschek (fim do mandato com altos índices de inflação), Fernando Henrique Cardoso (privatização de empresas estatais), somente em um governo – José Dirceu (caixa 2), Marcos Valério (lobista), José Janene (propina), Angela Guadagnin (apelidada carinhosamente de “dança da pizza”), Renan Calheiros ( “as laranjas de Renan”). Em 2003 iniciou o mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, a cara do Brasil, ele é o povo, cheio de promessas: aumento salarial, controle da dívida externa (pena que esqueceu da interna), empregos Escrito por :: +ª+ª :: às 18h52 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Abolir ou manter o sistema de cotas brasileiro? Restringindo ou mantendo as cotas raciais, faz com que ainda mais a desigualdade social seja mantida na nossa sociedade. O preconceito passa a ser o ponto chave para este dilema, mesmo sendo o contrário do que possa parecer. Com recursos didáticos, educacionais, estruturais, a oferecer aos menos favorecidos, são levados a terem maiores oportunidades de prosseguirem com seus estudos. Todavia, entrar em uma faculdade de renome, requer dedicação e conhecimento básico para prosperar sem desistência nos cursos. A base se transforma na educação básica, que deveria ser investida nas escolas públicas brasileiras, que por dados estatísticos do ENEM - 2005 (Exame Nacional do Ensino Médio) comprovam que as melhores notas são de escolas particulares. Por privilégios a negros, estudantes de escolas públicas, índios, muitos estudantes perdem suas vagas, com 20% a menos das vagas oferecidas pelas faculdades federais. Entretanto, levando em conta a aceitação do sistema de cota racial, o acesso dessas pessoas ao ensino superior de qualidade dará a oportunidade de crescerem no mercado de trabalho e serem reconhecidos como qualquer outro cidadão que estará passando por esse percurso da sua vida. Contribuindo para uma sociedade mais igualitária, sem discriminação por raça ou condição financeira. E você? É a favor ou contra? Escrito por :: +ª+ª :: às 18h19 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ] Esse blog é para abrir discussões sobre os temas que estão rolando na mídia, atualidades em geral. Espero compartilhar essas idéias por meio dos temas que estarei escrevendo, sabendo a opinião de todos nos comentários. Caso tenham Blog, deixem na sua mensagem, para que tenhamos como nos comunicar. Escrito por :: +ª+ª :: às 17h54 [ ] [ envie esta mensagem ] [ link ]
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